A
atividade que nós recomendamos no primeiro dia é deitar
em uma rede e não fazer nada, nem balançar, deixar
o corpo e a mente pegar de volta o próprio ritmo.Mas podemos
organizar, também, muitos passeios. Os nossos
cavalos, por exemplo, são uma oportunidade diferente
de ver a ilha: galopar nas praias mais longes e solitárias é lindo
para se perder no barulho das ondas; atravessar e parar nos pequenos
vilarejos, que ainda vivem em uma maneira antiga e simples, é o
modo melhor para conhecer Boipeba. Para quem adora pescar, organizamos
dia em mar ou no rio com barcos de pesca, preparando tudo o que
precisa: linha, isca, protetor
solar, chapéu, bebidas e comida.
Gostamos muito mostrar o dia-a-dia de Boipeba, os lugares de trabalhos
onde se pode entender a alma da ilha. A casa de farinha, o rodão
do dendê, a fonte onde as mulheres ainda lavam roupas, a pesca
do calão, as marisqueiras. Passeios sem tempo ....
Mas nós amamos, também, comer bem e será um prazer
sugerir pequenos restaurantes caseiros na vila e na praia que oferecem
comida típica como a galinhada com molho pardo, a lagosta cozida
com água de mar, um bobô de camarão, as ostras
no meio do rio.
É
recomendável fazer alguns dos passeios acompanhados por
um guia membro da Associação de Guias de Boipeba.
Isso permite ter sempre segurança total no seu dia, seja
com os nossos cavalos, de barco, ou a pé. E na tarde, depois
de um dia preguiçoso de descanso, é bom
aprender um pouco da cultura da ilha com uma aula de capoeira,
de makulelé,
de dança afro ou de percussão no atelier da Cristina. E,
porque não, de cozinha brasileira ..... Mas o apontamento
imperdível é às 5 horas da tarde
na praia, na frente do pôr-do-sol. E nos dias de lua cheia é surpreendente
ver a lua sair do mar no mesmo tempo que o sol se pousa no rio
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